Como o Neymar, o Gol é também o queridinho dos Brasileiros. Mas diferente do jogador, ele conseguiu esta façanha há muito tempo, já que se mantém na liderança como o carro mais vendido do país há 25 anos. O modelo 2013 já está mais do que pronto e disponível nas lojas recebendo a nova identidade global da fabricante, tanto externamente, quanto no quesito tecnologia.

E como se estivesse em pleno Maracanã, o time do design driblou a concorrência e conseguiu trazer para o compacto brasileiro a engenharia típica alemã, apesar  que ainda não foi desta vez que o carro mudou completamente. As lanternas traseiras foram ajustadas e os faróis receberam máscara negra e grade preta, como já vinha acontecendo com o Fox. A impressão que se tem é que a lateral ficou mais arredondada e a dianteira semelhante ao Pólo europeu. Recebeu também jogo de rodas de aro 16 diamantado e retrovisores com pisca.  Já na traseira, além das novas lanternas, encontramos alterações na tampa do porta-malas, e o para choque está levemente redesenhado, agora abrigando refletores nas extremidades.
Por dentro, a bola bateu na trave e não agradou muito no que se refere ao acabamento de plástico das portas e do painel. Entretanto, o painel recebeu saídas de ar com novo desenho e aros cromados, bem como reposicionamento do quadro de instrumentos, que ficou mais hi tech ao dispor de iluminação em LEDs. Com estas mudanças, a parte central do painel foi modificada e ganhou um melhor acabamento no sistema se som.
A versão mais barata, traz entre os itens de série, vidros dianteiros com acionamento elétrico, novas palhetas para o limpador de para brisa (aerowisher), banco do motorista com regulagem de altura e destravamento interno elétrico do porta malas. Os freios ABS e duplo airbag frontal são itens de série apenas nas versões Power e Comfortline, assim como há alguns itens do computador de bordo que só são disponível no pacote Ecocomfort, como por exemplo ser avisado do vidro aberto enquanto o ar condicionado estiver ligado.
Há também o pacote Bluemotion, que custa R$324,00, possibilitando a troca dos pneus por unidades de medidas 175/70 R14 com baixa resistência à rolagem, indicador de consumo instantâneo e troca de marca no painel, que apesar de não trazer nenhuma modificação mecânica, traz um bom diferencial por um custo benefício que vale a pena.
Algumas novidades na motorização acontecem no motor 1.0, já que a fabricante lançou o chamado motor 1.0 TEC (Tecnologia para Economia de Combustível), uma evolução do VHT da família EA111, que possibilita ao propulsor entregar mais torque em giros mais baixos. Entre as melhorias aplicadas pela engenharia estão os retentores das válvulas, do eixo comando e da flange do virabrequim de baixo atrito.
Apesar destas mudanças, o carro continua atingindo 76 cavalos de potência a 5.250 rpm e torque de 10,6 kgfm a 3.850 rpm quando abastecido com etanol e 72 cv a 5.250 rpm e torque de 9,7 kgfm a 3.850 rpm quando o combustível é gasolina. No entanto, a Volkswagen informa que conseguiu melhora de até 4% no consumo de combustível além da redução de poluentes com as modificações, a torcida agradece.
É claro que o carro possui um bom preço, principalmente em se tratando de Brasil, mas muito longe do ideal, pois continuamos pagando um alto custo por um pouco mais de conforto.  Entretanto, não podemos negar que a Volks teve desta vez um pouco mais de preocupação com o seu consumidor que sempre lhe prestigiou. Ou, quem sabe, quis mesmo, na verdade, da um cartão vermelho para a concorrência. Mas vamos combinar; já no fim do segundo tempo, o ataque alemão marcou um novo gol.
FONTES: Volkswagen, UOL, Car Place, Noticias automotivas

 

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