Você já ouviu falar ou já usa esse tipo de gadget? Na
verdade são produtos que propõem uma integração ainda maior entre o homem e a
tecnologia. Poderíamos traduzir que são produtos “vestíveis”. Essa tendência
tecnológica tem aquecido cada vez mais o mercado de “wearable” e a expectativa
para os próximos dois anos é de crescimento na faixa de U$ 1.5 bilhões (segundo
o site Juniper Research).
Um grande exemplo recente disso tem sido o Google Glass. A MENSCH fez uma
seleção de produtos com tecnologia wearable para você ficar por dentro do que
usar num futuro bem próximo.

Para fazer par (ou seria desbancar?) com o Oculus Rift
a Sony lança o seu headset de realidade virtual: Morpheus. O nome é uma
homenagem ao deus do sonho Morpheus, o que cai bem já que realidade virtual e
sonho têm lá suas semelhanças em fantasias e desejos. O Morpheus é composto por
uma tela de resolução 1080p e por uma série de sensores que registram tanto a
orientação quanto a posição da cabeça do usuário. No caso do projeto em
desenvolvimento anunciado pela Sony, esse registro de movimentos se dá por
sensores inerciais em conjunto com a PlayStation Camera, que se deseja ser
capaz de registrar 100 vezes por segundo movimentos em 360 graus.

 

Em desvantagem com o concorrente temos a visão de tela
de 90 graus contra 110 do Oculus Rift. Apesar da Sony trabalhar bem o LCD nas
suas telas, o OLED tem tempo de resposta mais curto, outro ponto a menos pro
Morpheus. Ainda assim estamos falando de uma versão ainda em estudo e
desenvolvimento que será colocada em teste por desenvolvedores de games, dessa
forma, muito ainda pode mudar e melhorar. A grande sacada do Morpheus talvez
seja a inovação no áudio que se aproveita de gravações binaurais (consistem na tentativa de simular
a captação de sons pelo ouvido humano que percebem sons que estão vindo de
todas as direções).