Twitter, Facebook, Orkut, Messenger, YouTube, Blogs… Termos de grafia estrangeira, mas, de operacionalidade rapidamente ‘abrasileirada’ nos últimos anos pelos milhões de internautas que permeiam a grande rede cotidianamente, seja por necessidades profissionais ou por motivos pessoais. Estas ferramentas fazem parte das chamadas “Redes Sociais”, um conjunto de softwares online de interação pessoal, que propõem a interligação de usuários em todo o mundo através de contas particulares, também conhecidas como perfis, e que estão presentes no cotidiano de milhares de pessoas. No Brasil, por exemplo, entre os dez sites mais acessados do país, três são redes sociais: Facebook, Orkut e Youtube!
Diante desta constatação, nada mais oportuno para o mercado corporativo que se inserir nesse viés midiático virtual que estende sua utilização não apenas aos PCs, como também aos aparelhos de mídias portáteis, como telefones celulares e tablets; dessa forma podendo promover e manter sua marca em evidência por muito mais tempo, além do período que compreende o horário comercial. Aliás, nos momentos de ‘folga’, a interação rápida entre os usuários, estará favorecida pela utilização das principais e mais importantes redes sociais, atualmente no Brasil, onde o ciclo de dados que será postado poderá ser compartilhado no Facebook, como também poderá ser ‘retuítado’ no Twitter.
Outro canal de importância relevante que as empresas detêm para estabelecer vínculos junto às redes sociais são os Blogs corporativos. Através da postagem de artigos que exponham a transparência, a solidez e a confiabilidade do seu empreendimento, demonstrando no material postado um conteúdo mais amplo e relevante em relação à síntese cíclica difundida no Facebook e no Twitter.
O uso do Blog pode proporcionar, também, a interação do público alvo através dos comentários às postagens. Esse feedback mostra-se de suma importância para o empresário, já que é o ponto de vista do leitor/cliente em relação ao assunto abordado, quanto à confiabilidade naquilo que está sendo demonstrado sem a utilização das ferramentas de marketing comuns nas outras redes sociais.
No momento atual, onde “interatividade” é a palavra-chave nas redes sociais, manter uma boa comunicação com seus clientes, rendendo um relacionamento diferenciado, pode ser considerado uma atitude comercial muito mais atrativa e valiosa que uma propaganda vinculada em horários nobres da programação televisiva. Migrar, gradativamente, os tradicionais SACs via telefone para atendimentos personalizados via redes sociais gerará o fator mais procurado pelo cliente junto à uma empresa: obter um relacionamento pessoal ao invés de um contato telefônico chato, impessoal e enfadonho com uma secretária eletrônica que lhe enche de perguntas e respostas padrões, com as insuportáveis opções de ‘teclagem’ de zero à nove.
Para os analistas do mercado corporativo, até a página em que a empresa figura no Google reflete a influência que ela representa em relação à determinado produto ou serviço buscado na rede. Estar na primeira página do maior mecanismo de busca acessado, é o objetivo primordial de qualquer site. Daí a necessidade de se buscar, constantemente, a visibilidade da empresa na rotatividade promovida nas redes sociais, transformando-se num meio que permita atingir uma meta além do que poderia ser alcançada através de publicidade em meios tradicionais como impressos, rádio e TV, mídias que não permitem interação com o público.
Atualmente é comum haver nas páginas de internet, desde os grandes portais até os blogs corporativos ou pessoais, a constante insistência na utilização dos botões “Curtir”, “Twitter” e “g+1”, já que o índice de influência de algumas empresas pode ser mensurado pela quantidade de acessos obtidos pelo seu site ou blog, pelo número de seguidores no Twitter ou pela quantidade de pessoas que curtiram a página corporativa no Facebook.
O alcance dessas metas de influência, que renderão maiores chances de rotatividade publicitária nas redes, devem seguir algumas orientações básicas para que o método surta o efeito desejado. O mix de marketing a ser empregado, seja ele produzido especialmente para este fim, ou não, deve obedecer às seguintes diretrizes:
Os itens acima se auto-explicam, porém, as empresas devem valer-se de profissionais da área de Administração para que, através de consultoria especializada, possa estabelecer a melhor proposta para a inserção da sua marca nas redes sociais. Uma vez que obter retorno positivo de um investimento de mídia social requer o relacionamento estratégico no uso das redes aos objetivos do mercado, ou seja, uma campanha de mídia social não se resume apenas em conseguir grande quantidade de seguidores no Twitter ou no Facebook. Ter um profissional que auxilie na escolha de pacote de ferramentas a serem utilizadas nas divulgações, impedirá que o perfil se torne um canal monótono, de conteúdo estático e desatualizado.
Usar as mídias sociais simplesmente porque todos estão usando é uma opção, porém não é uma estratégia. É necessário estabelecer um plano de ação claro, para que durante sua execução possa se mensurar os seus efeitos, em constantes verificações de sucesso ou insucesso, ou ainda para que se promovam alterações em sua operacionalidade, quando necessário.
Independente do porte da empresa é a execução dessa estratégia escolhida que se gerará um grande diferencial no mercado. Centenas e milhares de usuários serão atingidos pela massificação empreendida nas redes sociais, que se tornaram espaços privilegiados para fortalecimento de uma marca, bem ou produto, intensificando o mix de marketing com o auxílio de ferramentas que proporcionam uma maior interatividade com seu público consumidor, à um custo baixíssimo (ou quase zero) de operação.
Porém, obviamente, as práticas de campanhas através das redes sociais devem ser utilizadas para complementar e, não, substituir os procedimentos de negócio já existentes.
Para o mercado corporativo, como também para quem exerce mídia pessoal, após a consolidação da mobilidade através do crescente uso dos aparelhos portáteis com acesso à internet, as redes sociais se tornaram o mais importante veículo de comunicação em massa da atualidade. Portanto, se depois de esgotadas todas as leituras de artigos sobre as vantagens de estar inserido nesse viés, a sua empresa optar por ficar de fora desse canal, estará deixando de lado a oportunidade de receber informações importantes dos seus próprios clientes e usuários que podem colaborar para o crescimento e aprimoramento da sua marca, ou seja, da sua própria empresa.EMMANUEL DO NASCIMENTO SOUSA
Bel. Administração – UEPB; Bel. Ciências Contábeis – UEPB: Contador CRC 10.070/PB; Especialista em Contabilidade Pública e LRF – UNINTER/FURNe; Professor Universidade Paulista – UNIP (Pólo Campina Grande-PB); Co-Criador e Co-Editor do Blog Retalhos Históricos de Campina Grande.
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