Por Talles Ruan

Quando o assunto é criatividade e você precisa construir boas experiências com os consumidores digitais, não podemos deixar de falar sobre empatia. Isso mesmo, empatia! A habilidade de se colocar no lugar do outro, entender suas dores, limitações e desejos. E para aplicar a empatia em produtos digitais, precisamos falar sobre UX Design, conhecido como “User Experience” ou para os mais íntimos, a famosa “Experiência do Usuário”. A verdade é que nesse quesito, será preciso agradar gregos e troianos.

E em tempos de eras digitais, o conhecimento sobre a experiência do usuário tem se tornado peça fundamental no planejamento e execução de estratégias para alcançar resultados, principalmente no quesito credibilidade. Você que tem interesse em lançar um produto na internet, precisa entender que o consumidor final do seu site, aplicativo ou e-commerce precisa ser bem recebido, ele precisa obter a sensação de que aquele espaço foi pensado e projetado pra ele.

Para criar boas experiências digitais, deve-se levar em consideração a comodidade, praticidade, segurança e até mesmo a inclusão. Lembra da empatia? Ela precisa estar presente em todo o percurso da sua presença digital. Afinal, será que as empresas estão adaptando suas plataformas digitais para os deficientes visuais, por exemplo? Se estamos falando de um sistema é porque precisamos envolver todos na jogada. Todos mesmo!

Você precisa pensar no “tudo”, já dizia o Don Norman, criador do termo “UX (User Experience)”: “User Experience é tudo! É a forma com que você sente o mundo, é a forma como você experiência a sua vida, é a forma como você experiência um serviço, um aplicativo, um sistema de computador. Mas é um sistema. É Tudo!”

Um dos principais objetivos do UX Design é criar experiências que sejam funcionais, confiáveis, usáveis e prazerosas. Buscando alinhar as necessidades e expectativas de usuários e empresas.

A verdadeira experiência do usuário vai além dos aspectos visuais de um produto digital, é preciso analisar comportamentos de público e os objetivos que precisam ser alcançados. Dessa forma será possível construir projetos que promovam a interação e o conforto durante a usabilidade. E a melhor maneira de descobrir se uma ideia pode ou não dar certo, é utilizando protótipos e wireframes. Mas, lembre-se! Você não é o seu usuário.

Entre os objetivos de se trabalhar com UX, está o desafio de construir experiências que transformem as necessidades do usuário em soluções criativas e intuitivas. E você sabe que, quem consome produtos, serviços e conteúdo na internet e tem boas experiências de usabilidade, vai retornar, recomendar e compartilhar boas lembranças. Afinal, a experiência do usuário precisa valer a pena.