Lara D’Avila é carioca, filha do jornalista Roberto D’Avila e da consultora de estilo Claudia, é conhecida pelo seu sorriso largo e contagiante, tem uma super identidade, carisma e muito conteúdo interessante para quem quer realmente se influenciar no mundo digital. Segue aí seu MANIFESTO:

MANIFESTO LARA D’ÁVILA

Eu sou a Lara D’Avila.

E eu cresço com a internet.

Foram tantas leituras, conexões, conversas que despertaram profundas transformações dentro de mim.

E se eu cresço com a internet, eu quero que o maior número de mulheres possa crescer também.

Se um post, um vídeo, um meme, uma live tiverem o poder de estourar uma bolha. Mudar uma história. Arrancar um riso. É isso que eu vou fazer.

Um post pode ter uma linha e ser gigante.

A transformação pode estar a um clique de distância.

Isso se chama acesso.

Será que eu posso inspirar uma mulher a gostar mais um pouco de si mesma?

A tirar o peso…das costas?

A saber dizer…não?

Alguma coisa me diz que sim.

Porque quando uma única pessoa te escuta já é uma multidão.

E se existem mais de 60 mil, existe uma missão.

Na verdade, eu não cresço com a internet.

Eu cresço com as mulheres.

E a partir de agora, o meu canal é dedicado para que a gente possa crescer juntas.

#eucresçocomainternet

Quando você começou a perceber que era uma influência para os seus seguidores? Eu sempre gostei de compartilhar. Tudo que faz meus olhos brilharem eu sinto uma necessidade de passar adiante. Desde de pequena eu assistia um filme e se me emocionasse contava pra todo mundo. Então já tive blog, orkut, fotolog, mas foi no formato de instagram que eu me encontrei. Fiz uma espécie de diário, divido bastante momentos que me inspiram. Naturalmente isso foi se expandindo. Eu percebi que eu influenciava quando recebia mensagens falando o quanto as pessoas se conectavam com minha energia. Eu prezo muito pela autenticidade, simplicidade e transparência. Influência é consequência.

Em que altura da sua vida criou a sua conta no Instagram? Com que objetivo? Fiz em 2012 quando morei em São Francisco, morei lá 1 ano. E era uma forma de documentar meus momentos e memórias.

Ser comunicadora digital tem os seus pontos positivos e negativos, quais as vantagens e as desvantagens que este mundo digital lhe proporciona? Eu acredito que todo mundo no futuro precisará uma ter um habilidade. De desaprender para aprender novamente. E consequentemente o branding pessoal será a base independente da profissão. Precisamos aprender a usar repertório a nosso favor, nossas histórias, bagagem, nossos aprendizados para dividir nossos valores. A parte boa é que tenho flexibilidade. Trabalho de qualquer lugar. Desvantagens é as vezes não estar muito animada, tpm, triste e consequentemente isso cai sua produtividade. Mas isso em qualquer trabalho não é mesmo? E também o lance da exposição, tem horas que precisa desligar e realmente desconectar por que realmente suga sua energia. Temos que aprender a nos blindar.

Nesse momento de tanta fragilidade que estamos passando no mundo todo, como você lida com exposição desenfreadas no Instagram? Eu realmente me cobro bastante profissionalmente. Quero entregar conteúdo bacana e pensado. Conteúdo nutritivo. Que agregue valor. Desenvolvi pautas para me ajudar a organizar melhor as minhas temáticas e dar prioridade ao meu objetivo que é realmente valorizar o autoconhecimento, autoestima, autonomia feminina.Sobre exposição, eu tenho lidado bem. Instagram virou trabalho. Então é importante ser estratégico mas sem perder a espontaneidade. Mas lógico que tem coisas que eu preservo. Não exponho minha vida amorosa por exemplo. Acho que tem algumas coisas que posso guardar pra mim. 🙂

Quais características devem ter um influenciador digital no seu ponto de vista? Rir de si mesmo. Coragem. Autenticidade. Ética. Saber viver offline também. Infelizmente vejo muitas pessoas adoecendo por conta de um “close”, foto perfeita. Não acredito que isso seja influência e sim uma revista Caras de si mesma. Influência está nas relações de proximidade, exercer uma conexão verdadeira e demonstrar vulnerabilidade e emoção.

Na sua opinião qual a relevância da comunicação social no Instagram nos dias de hoje? Mundo digital é a rua mais movimentada do mundo. Cabe a você usar ela a seu favor e mostrar para que você veio.

Como é a sua rede de apoio? Quem na verdade influencia a Lara? Meus Amigos. Livros. Minha família. Terapia.Seguir mulheres inspiradoras e reais: Brene Brown, Ashley Graham, Michelle Obama, Iza Dezon, Gabriela Prioli, Nilma Quariguasi, Carolina Oliveira, Valentina Seabra, Paula Gicovate, Priscila Bodin, Amanda Lira, Gabriela Magalhaes, Juliana e Silvia Souza…

Quem é Lara por traz do celular? Como você cuida da sua saúde física e mental? Lara tenta ser a mesma pessoa. Mas tenho me esforçado para estar presente e ser mais estratégica. Precisei mergulhar no meu autoconhecimento e essência para entender o que realmente quero contribuir com o mundo. Usar meu tempo com mais sabedoria. Sempre tive muitos interesses, sou muito curiosa. Mas quando você quer ser uma boa comunicadora você é lembrado pelo aquilo que você repete. Me cuido meditando, uso óleos essenciais, prático esportes como corrida, vôlei de praia e yoga. E terapia. Uma vez na semana procuro encontrar minhas amigas. Acredito muito na força do coletivo feminino.

Como você enxerga o futuro de quem influencia as pessoas nas redes sociais? Construir pontes e diminuir muros.

Quem é você na Nova Era Lara? Uma mulher cheia de energia. Que empreende. Sensível. Mas que também sabe realizar. Procura sempre entender o que faz o olho do outro brilhar e transformar isso em comunicação.

Lara diz:

Ter Fé é? Estar conectado consigo mesmo.

E amor? Estado de graça. Quando a gente se conecta com nosso divino interior.

E o livro Lara? “Essencialismo” e “Observações Sobre Um Planeta Nervoso”.2021 é o ano? Desaprender pra aprender tudo de novo.