Ligada no 220 v, a educadora física Carol Borba teve que suar a camisa literalmentepara mudar costumes e fazer uma reeducação alimentar para mudar seu estilo de vida, e por consequência, seu corpo. E foi nesse período de pandemia e isolamento social que Carol, que possuía uma rotina altamente agitada, descobriu que através dos treinos via lives ela ajudava muita gente e se ajudava. Corpo e mente conectados para uma saúde melhor. O bem estar nunca esteve tão em alta e necessário. E Carol aplicou na sua vida e influencia a vida de muita gente. Se você acha o corpo dela perfeito, a própria não acha até por que para ela isso de corpo perfeito é algo muito relativo. “Cada corpo é um universo, cada corpo é um corpo. Então eu não consigo padronizar e achar um único corpo perfeito”, conclui ela. E nesse ritmo alto astral, com sorrisão no rosto e o sorvete como tentação, Carol se mostra igual a qualquer mortal que quer perder peso, melhorar taxas ou queimar a barriguinha. O importante é incorporar hábitos saudáveis e manter a saúde em dia. Ficou inspirado(a)? Leia a entrevista com nossa musa e comece a semana mais disposto a cuidar melhor da sua saúde. Seu corpo agradece!

Carol, hoje em dia mais que nunca, saúde em primeiro lugar. Como você incorpora isso para seu dia-a-dia e como passa para as outras pessoas? Por ser meu trabalho, exercício tem tudo a ver com saúde. E hoje a gente sabe disso mais do que nunca. Muitas pesquisas vieram falando que melhora a imunidade, a saúde física e mental. Então, as pessoas têm buscado mais. Isso já é um hábito rotineiro meu há um tempo, porque nunca precisei por conta de saúde, por exemplo. Sempre busquei atividade física por prazer. E meu corpo foi refletindo isso e eu acabei vidrada nesse vício bom que é praticar exercício físico. Eu continuo cuidando do meu corpo e da minha saúde com exercícios e com uma alimentação saudável. O que eu fiz de diferente agora foi ser um pouco mais regrada na injeção de vitaminas, minerais e alguns suplementos que devem ser de uso diário também. Antes eu tomava um dia, pulava dois, esquecia um dia, mas agora estou bem regrada e essa foi uma das diferenças pra mim. Como eu passo isso pra outras pessoas, a internet tem me possibilitado compartilhar um pouco do meu estilo de vida, através do meu Instagram, dos stories mostrando minha rotina e também através do Youtube e dos treinos que eu passo online. Tenho recebido muitas mensagens de pessoas falando que começaram a se exercitar em casa comigo durante o período de isolamento social e que ganharam saúde e estão mais felizes. Pra mim é uma honra poder contribuir desta forma com a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

Como tem cuidado da cabeça e corpo no meio dessa pandemia? Quais os maiores desafios nesse período atípico? Pra mim o maior desafio foi ter que ficar em casa, porque eu sou muito elétrica, muito agitada, gosto de estar no meio de pessoas, sempre estava saindo pra jantar, almoçar, fazer esportes ao ar livre, sair com amigos… Então quando começou o isolamento social, pra mim foi terrível, porque eu me senti ansiosa tendo que ficar em casa e tive que ir me adaptando. A forma que eu encontrei meio que sem querer, mas que deu muito certo pra mim de cuidar da cabeça e do corpo ao mesmo tempo, foi fazendo as lives de treino ao vivo na internet. Comecei despretensiosamente. Um belo dia eu já não estava mais aguentando ficar em casa sem fazer nada, já tinha feito um treino sozinha e falei: ‘quer saber? Vou treinar de novo e vou filmar e colocar na internet ao vivo’. E eu coloquei. E de repente, nesse dia apareceram cinco mil pessoas. E eu falei: ‘meu Deus do céu’. E o pessoal começou a pedir mais. No dia seguinte eu fiz de novo, tinham oito mil pessoas, no outro dia fiz de novo e tinham 10 mil. Então eu comecei a fazer essa live todos os dias e esse contato, que apesar de ser virtual, fez toda diferença pra mim. Tem sido maravilhoso pra mim, porque eu me sinto mais próxima das pessoas, me sinto conectada com pessoas que estão na mesma vibe, que estão buscando uma energia boa, saúde… Então as lives de treinos foram importantíssimas pra minha saúde física e mental. As pessoas dizerem: ‘ah, você está me ajudando muito’. E eu retribuo dizendo que elas também estão me ajudando muito.

Uma marca sua que ganhou fama (além do abdômen trincado) é o sorrisão. O que te coloca um sorriso no rosto e o que tiraria ele? Eu gosto muito de ser recepcionada e de ser recebida e ver o sorriso no rosto das pessoas. Eu acho que um sorriso pode mudar um dia, tanto o nosso, quanto o do próximo. Então, sempre que eu posso, eu tô sorrindo. O que me coloca um sorriso no rosto é o fato de estar viva, de ter meu trabalho, ter minha família do meu lado. Eu acho que em cada mínima ação e mínimo acontecimento a gente tem que agradecer e colocar um sorriso no rosto, porque pra enfrentar qualquer dificuldade, com um sorriso no rosto é muito melhor. E eu nem sei dizer o que tiraria meu sorriso, talvez algumas coisas dentro de casa. Alguns momentos que a gente passa com o marido, coisas do cotidiano como o marido que joga a toalha molhada em cima da cama, bagunça… Mas é uma coisa tão rápida que acho que nem dá pra considerar. Coisas cotidianas que a gente fica meio irritado na hora, mas passa rapidinho. O sorriso tem que estar no rosto na maior parte do tempo.

Quem te acompanha nas redes sociais vê uma Carol altamente ativa, alto astral e positiva. Isso é uma característica sua que vem desde criança ou foi adquirindo isso? Quando eu era criança, eu era muito introspectiva, uma menina envergonhada. E por esse motivo, a minha mãe me matriculou numa academia pra fazer aulas de jazz. E quem é envergonhado e introspectivo tem muita vergonha de se movimentar e dançar na frente dos outros. Então, pra mim isso foi um divisor de águas. Já na minha adolescência, conforme eu fui crescendo, já fui me soltando cada vez mais, fui fazendo novas amizades com mais facilidade e me tornando cada vez mais ativa. O fato de ter tido a dança incluída na minha infância fez com que eu enxergasse como eu amo exercício, desde lá atrás. Eu sempre fui muito ativa, alto astral e positiva também. E acho que com o passar do tempo a gente vai ficando mais alto astral e positivo ainda, porque a gente vai entendendo o quão bom isso faz pra nós e pra nossa saúde.

Recentemente o maridão compartilhou nas redes sociais a evolução dele na perda de peso. O quanto você orientou e ajudou nisso? Santo de casa faz milagre também?! (risos) Não, santo de casa não faz milagre. Meu marido Rafa é educador físico também e se formou em nutrição recentemente. Ele gosta muito de comer, já foi atleta profissional, ele comia muito e continuou comendo. Então ele ganhou um pouco de peso e pra mudar os hábitos alimentares dele foi difícil. Eu mudei meus hábitos alimentares antes dele, porque quando a gente se casou, os dois eram super desregrados nisso, gostávamos muito de se exercitar, mas não nos alimentávamos bem. Eu me adaptei melhor a uma vida de alimentação saudável mais rápido que ele. E ele sempre ficava no efeito sanfona e eu ficava muito no pé. Por isso que eu digo que santo de casa não faz milagre. Quanto mais eu pegava no pé, mais ele não fazia e queria chutar o balde. Mas de repente ele falou: ‘não, vou tentar uma estratégia nova’. E foi aí que ele tentou o jejum intermitente, que pra ele foi muito eficiente. Ele perdeu peso e está aí se mantendo no jejum intermitente e está feliz. E eu não dou mais pitaco em nada, porque eu sei que quando a gente fala, pelo menos aqui em casa, não surte tanto efeito.

Vocês parecem ter uma ótima sintonia. De onde vem isso e como mantêm? Eu acho que os gostos principais a gente têm em comum. A gente gosta de exercícios, de vida saudável, de pessoas, então isso aí é o principal. A gente gosta de se divertir… Mas a gente tem muitas diferenças também. Então a gente tem a sintonia em algo que eu acredito que pra mim, na balança, é algo que pesa mais. Eu não sei se eu me adaptaria a ter uma relação, de casar com uma pessoa que não gosta de praticar exercícios, porque isso faz parte da minha rotina diária. Então é muito legal quando a gente consegue ter algumas prioridades e essas prioridades batem com as prioridades do outro também. Em contrapartida, a gente têm muitas diferenças. Eu sou super agitada e ele é muito mais calmo. Então tem hora que isso me irrita e irrita ele também, como o fato de eu acordar super cedo e ficar chamando e querer conversar toda hora…. Mas os pontos positivos superam os negativos e a gente vai levando assim, como qualquer outro casamento.

Como você começou na atividade física e como ela mudou sua vida? Eu comecei bem pequena, por volta de 6 ou 7 anos. Minha mãe me matriculou numa academia que tinha aulas de jazz e eu comecei fazendo aulas de dança. Eu era muito introspectiva, uma menina muito vergonhosa e essas aulas fizeram muito bem pra mim, porque eu comecei a me soltar, a gostar de dançar. Comecei a gostar muito de música, sempre fui muito tarada por música. E eu vi que eu consegui juntar essas duas paixões: música com exercícios. E aí continuei na dança por muito tempo. Quando eu tinha por volta de 12 ou 13 anos, eu sempre estava vendo as mulheres fazendo ginástica localizada dentro da academia onde eu praticava as aulas de jazz, e eu sempre via e falava que queria fazer aquela aula. Um belo dia botei a cara lá, a professora me deixou fazer uma aula e desde então eu não parei mais. Comecei a fazer aulas de spinning, step, de tudo que era modalidade. E essa paixão foi se aflorando. A atividade física mudou minha vida em todos os sentidos. Me fez uma pessoa mais alegre, mais feliz, porque eu encontrei uma paixão na atividade física. Hoje, a atividade física me traz mais do que isso, porque eu consigo passar essa paixão que eu tenho para outras pessoas. E isso é muito gratificante. Então eu tenho fases da atividade física mudando minha vida. Primeiro lá no início, quando eu era criança, que eu deixei de ser introspectiva, mais pra frente que eu descobri uma paixão e descobri como fazia bem pra minha saúde e minha disposição e hoje com o meu trabalho, que eu fico honrada e feliz de saber que eu posso mudar o estilo de vida das pessoas através da atividade física.

Qual seu maior desafio até o corpo perfeito de hoje? Meu corpo não é perfeito. Tem muitas coisas que eu gostaria de mudar, mas eu aceito meu corpo com muito amor e carinho. Cada marquinha, cada defeitinho – se é que a gente pode chamar assim – tem um por que e um motivo. Mas se for pra gente falar da parte do meu corpo que mais me dá trabalho e tenho que cuidar mais, é o bumbum. Como eu sempre fui uma menina magra, na verdade uma falsa magra, porque eu fazia bastante exercício, mas comia muito açúcar, muito refinado e tinha uma alimentação desregrada, isso refletiu no meu corpo de dentro pra fora. Então no bumbum eu sempre tive muita celulite, que diminuiu horrores desde que eu incrementei um período certo de treinos e também uma alimentação mais regrada, mas ainda assim brigo com essas danadas.

Aliás, nós achamos seu corpo perfeito. E você? Mudaria algo?  Eu não mudaria nada, apesar de não achar que ele é perfeito. Na verdade, eu não acredito na ideia de um corpo perfeito. Eu vejo, até por trabalhar com tantas pessoas diferentes, que cada corpo é um universo, cada corpo é um corpo. Então eu não consigo padronizar e achar um único corpo perfeito. Apesar de que em muitos lugares a gente ouve falar que ‘esse é o corpo perfeito, esse não é’, eu não acredito nisso. Eu acho que a gente pode chegar na nossa perfeição em cada momento da nossa vida. Quando eu sou jovem o meu corpo pode ser mais perfeito dessa maneira, quando eu estou um pouco mais velha ele vai ser o mais perfeito possível dessa maneira. Mas não é um padrão e sim o perfeito pra nós em cada momento da nossa vida.

Até onde vai sua vaidade? Do que não abre mão? É difícil falar. Eu tento levar o equilíbrio em tudo, na minha alimentação, na prática de exercícios também pra não exagerar… Eu não sei dizer do que eu não abriria mão. Depende do momento, eu não sei dizer. Mas eu não sou tão vaidosa assim. Eu me cuido bastante, mas não é ao extremo. Eu não sou uma pessoa que não sai de casa se não tiver uma base no rosto ou com uma roupa linda. Eu saio muitas vezes de pijama na porta de casa e não me importo muito de não parecer tão arrumada. Por isso eu não me considero tão vaidosa.

Carol, e quando se permite, qual seu fraco? Meu ponto fraco é sorvete. Eu amo. Se tiver, é difícil falar não, apesar de sempre ficar inventando receitinhas pra fazer o sorvete mais saudável. Mas o sorvete é difícil de falar não. Chocolate eu não ligo tanto como a maioria das mulheres. Eu gosto, mas eu sempre falo não. Eu respeito se eu tô com muita vontade ou não. Se eu não tiver com muita vontade, eu nem como. Eu acho que sorvete seja mesmo meu ponto fraco.

Conta pra nós como é sua rotina de treino e alimentação? Minha rotina de treino hoje em dia está desta forma, mas antes da pandemia ela era bem diferente. Mas a gente foi se adaptando. Eu faço lives de treinos de segunda à sexta. Eu costumo dizer que esses treinos eu faço junto, sofro junto, suo a camisa junto. Mas é um treino que eu estou ali focada nos meus alunos. Então eu não tô com a cabeça relaxada e prestando tanta atenção no que eu estou fazendo voltado pro meu objetivo. Eu faço isso para os meus alunos, é um momento deles. Em outro momento do meu dia eu acabo treinando sozinha também pra ser o meu momento, pra eu treinar aquilo que estou com vontade naquela hora. De segunda à sexta eu faço um treino sozinha e um com os meus alunos, geralmente em períodos diferentes. Um treino de manhã sozinha e no finalzinho da tarde com os alunos, através das lives. Sempre vou alternando entre exercícios aeróbicos, exercícios mais voltados para o fortalecimento muscular e no sábado eu procuro fazer uma corrida na rua para respirar um ar puro, fazer uma atividade diferente. No domingo saio sempre pra pedalar com o meu marido, foi um hábito que também adquirimos depois da pandemia, porque a gente ficava trancafiado no apartamento e estávamos os dois ficando doidinhos.

E meu marido sugeriu da gente começar a andar de bicicleta e a gente tem gostado bastante. A gente têm muito pra evoluir ainda, mas tem sido muito bom pra nós até mesmo como casal. É um momento nosso de estar pedalando só nós dois, conversando sobre coisas aleatórias sem o celular na mão, porque hoje e dia é difícil estar os dois sem o celular na mão. Minha rotina de alimentação é bem regrada de segunda à sexta. No café da manhã sempre como um pão com cottage – que eu amo de paixão – com um fio de mel por cima. Tomo meus multivitamínicos, tomo chá, café… Na hora do almoço vem uma marmitinha pesada com 150g de proteína e 150g de carboidrato, mas sempre mudando o cardápio. É de um restaurante que eu peço aqui. À tarde é sempre uma tapioca com ovo, ou de repente um bolinho com pasta de amendoim, um lanchinho saudável sempre. À noite é a mesma coisa, eu repito a marmita do almoço. E antes de dormir eu tenho o sorvete fit que eu faço com frutas vermelhas e banana congelada. Eu bato tudo com um pouco de leite e jogo uma medida de whey. Durante o dia também tomo whey protein e colágeno. No final de semana eu acabo dando umas escorregadinhas a mais. Eu me permito comer uma sobremesa, tomar um sorvete, comprar alguma coisa pra comer. Não abro mão de nada. Se chegar aqui em casa com um pedaço de bolo eu vou comer e no outro dia compenso no treino. E isso funciona pra dia de semana também. Se me der o bolo eu vou comer, mas no outro dia compenso no treino. Mas na maior parte do tempo eu fico na estrutura da dieta regrada.

Quais as maiores dúvidas e dificuldades dos seus alunos e seguidores? As dúvidas que mais recebo são relacionadas à perda de gordura localizada na barriga. É a última gordurinha que sai na maioria das pessoas, porque geralmente é o lugar onde as pessoas acumulam mais gordura. E as pessoas tendem a ficar impacientes, porque muitas vezes perdem bastante peso, mas a barriga continua ali, a flacidez continua ali. Então me perguntam muito sobre flacidez na região do abdômen e a minha resposta é sempre a mesma: ‘tenha paciência, se você conseguiu emagrecer bastante, você está no caminho certo. É só continuar agora e fazer alguns ajustes se forem necessários’.

Você já comentou que passou por um processo de reeducação alimentar. Como foi isso? O que te motivou e o que procurou mudar? Eu sempre fui magrinha, a falsa magra, porque eu comia errado. Comia pão com Nutella pela manhã, se tivesse sem fome à noite comia pipoca doce, chocolate a torto e à direita, e fazia muito exercício. Eu era professora de ginástica na academia e fazia de quatro a cinco aulas de ginástica localizada por dia. Quatro a cinco horas de treino por dia. Então eu acabava não engordando, mas eu tinha muita celulite. E o que me motivou a fazer a reeducação alimentar foi as férias que eu tirei na praia com meu marido e quando a gente voltou eu percebi que eu tinha engordado. Eu falei pra ele que iria começar a fazer uma reeducação alimentar, mas eu não estava nem tão focada. Mas eu pedi pra ele tirar uma foto minha, pra eu me ver de frente, de costas e de lado. Quando eu vi a minha bunda cravada de celulite eu disse: ‘meu Deus, como eu posso estar com a minha bunda assim? Eu que sou uma profissional da saúde, que deveria dar o exemplo, que meu corpo deveria ser uma vitrine para o meu trabalho’. Então pra mim foi um choque de realidade enxergar meu bumbum daquela forma. E desde então comecei a me reeducar. E essa reeducação não foi tão fácil, porque eu comia muito doce e tive que abrir mão um pouco dos doces. Meu paladar não aceitava nada que era amargo. Eu não tinha o hábito de comer legumes, folhas, então comecei a forçar comer isso, mesmo que obrigada. Mas hoje se você me oferecer um prato de legumes eu sou fascinada. Eu sou prova viva de que o paladar de uma pessoa pode mudar.

Na hora de relaxar, o que faz sua cabeça? Eu sou uma pessoa bem difícil de relaxar. Estou sempre com a cabeça a mil, tendo ideias, querendo fazer coisas e inventando moda sempre. A única forma que eu consigo de relaxar é viajando. Às vezes eu tento reproduzir o processo de quando eu viajo no meu dia a dia. Parece uma loucura, mas é verdade. Quando eu tô viajando, eu ando na rua, seja de carro ou a pé, eu ando observando tudo, olhando pro alto, vendo prédios, placas, vivendo o momento e observando as pessoas. No meu dia a dia a minha correria é tão grande que eu acabo não vendo nada. Quando eu sinto que tô precisando dar uma desacelerada eu imagino que tô viajando e saio na rua olhando as placas, as pessoas, olho pro céu, para as flores e tento mudar um pouco minha atenção. E isso me faz relaxar um pouco, por incrível que pareça. Mas o que faz minha cabeça relaxar de verdade é viajar. Sou apaixonada por viagem.

Agora conta pra gente, como ter esse abdômen trincado da capa? Algumas dicas básicas que pudesse compartilhar com os leitores? A gente ouve falar muito que não pode fazer abdominal todos os dias. Eu faço abdominal todos os dias. E não é o abdominal sozinho que faz a gente ter o abdômen trincado. Mas o exercício abdominal faz com que a gente fortaleça essa musculatura que todos nós temos. Fortalecendo essa musculatura e trabalhando pra conseguir queimar a capinha de gordura que está por cima dessa musculatura, a gente vai conseguir ter esse abdômen definido. E pra queimar essa capa de gordura nada melhor que um bom treino de cardio e também uma alimentação saudável e adequada. São três prontos principais: alimentação saudável, exercício cardio pra queimar a capinha de gordura se tiver e os exercícios de fortalecimento, que são mais localizados.

Fotos Antônio Neto (@antonionetofotografias)

Assessoria Ari Prensa (@ari.prensa)