O que faz um cara virar ator? Talento e oportunidade? Talvez. Às vezes o destino traça caminhos que nem se imagina. E quando percebemos, somos pego de surpresa e mudamos o rumo dos fatos. Foi mais ou menos isso o que aconteceu com o ator Rafael Zulu. Formado em telecomunicações, trabalhava com o que gostava… até o dia em que pisou no palco de teatro e descobriu sua real vocação. Vocação essa que o fez admirar um belo trabalho social, ao se encantar pelos “Doutores da Alegria”. E foi assim, diante desse inesperado futuro profissional que surgiu um ator dedicado, talentoso e acima de tudo, muito simples. Elogiado profissional e dedicado pai, Zulu encara seus desafios, ou melhor, personagens com total disposição e entrega como se todos fossem seu primeiro trabalho. Aos poucos esse cara simples que abraçou a arte de atuar como profissão e realização, foi ganhando cada vez mais espaço e fãs. E nós da MENSCH não poderíamos ficar de fora e homenageá-lo com essa matéria. Até por que é um belo exemplo a ser seguido.
Você é formado em telecomunicações, trabalhava já na área quando resolver largar tudo e correr atrás da carreira de ator. Como foi essa mudança? O que aconteceu pra você largar uma coisa e sair em busca de outra? O bichinho do teatro acabou me picando e me seduziu. Na verdade sempre fui muito apaixonado por teatro, sempre assisti boas peças quando ainda estudava e cursava o meu primário, mas nunca me imaginei ali no palco! Achava IMPOSSÌVEL! Foi uma decisão muito fácil pra mim, por que eu não amava o que eu fazia… Era feliz, gostava até, mas não AMAVA! Quando pisei a primeira vez num palco de teatro me dei conta de que ali que eu gostaria de estar para sempre!
Você acha que como pessoa pública tem obrigação de “emprestar” seu nome para causas humanitárias, sociais, ambientais…? Qual você abraçaria? Acho que obrigação não! Mas dever sim! Como pessoa pública e principalmente formador de muitas opiniões eu devo dar a minha contribuição de várias formas… gosto de me envolver em qualquer tipo de causa séria, mas confesso que as causas sociais são as minhas preferidas!
O que as mulheres insistem em mudar nos homens, mas jamais terão sucesso? O hábito que nós temos de nos reunirmos pra conversar sem a presença delas! Talvez a mulher nunca vá entender que nós necessitamos e precisamos desse momento só NOSSO!!!!
Apesar da fama que a carreira de ator dar, você costuma ser um cara reservado. O interesse pela vida pessoal o assusta? Um pouco eu confesso, mas é o preço que pagamos quando resolvemos e escolhemos essa profissão! Por isso tento ao máximo ser esse cara reservado, me sinto mais protegido!De gay em TiTiTi para mecânico em Fina Estampa. Prova de grande versatilidade, não é? Alguma dificuldade nisso? Todas as dificuldades! É sair de um pólo e ir pro outro que é completamente diferente! Mas é divertido e eu adoro! É difícil, principalmente na TV nós atores termos a oportunidade de fazer personagens que fujam completamente do que você é de verdade! Eu tenho tido essa “sorte”, tenho recebido personagens maravilhosos e completamente diferentes um do outro!
Em Fina Estampa você interpreta um mecânico. Tem sido mais assediado por isso, uma vez que muitas mulheres têm fantasias com macacões sujos de graxa? (risos) Sempre ouço umas piadinhas nas ruas, mas nada demais… O assédio sempre existe, mas não sei te dizer se aumentou ou não! (risos)
Agradecimento: Talita Vaccaro – Trevo Comunicação
Agradecimento especial a Rafael Zulu




