ENTREVISTA: ANTÔNIO ZENI E SUA ESTREIA EM “NOSSO LAR 3”

Nascido em 25 de setembro de 2007, em Novo Hamburgo (RS), Antônio Zeni começou cedo sua trajetória artística. Incentivado pelos pais, que o levavam a teatros, musicais e museus, iniciou os estudos de artes aos sete anos e, aos 12, já estreava como Joe na série “The Journey” (2019), gravada em inglês e português. O jovem ator tem no currículo trabalhos de destaque no cinema e no streaming, como o longa “Sem Fôlego” (2021), ao lado de Bruno Gissoni, e a série internacional “El Presidente: Jogo da Corrupção”, da Amazon Prime Video, onde viveu João Havelange na adolescência. Atualmente, prestes a completar 18 anos, Antônio está no elenco de “Nosso Lar 3”, interpretando a versão jovem de Domênico, papel que será vivido na fase adulta por Fábio Assunção.

Sobre o desafio, Antonio afirma que viver Domênico tem sido uma experiência transformadora em sua carreira: “É uma honra enorme fazer parte de um projeto que já marcou tantas pessoas e que carrega uma mensagem tão bonita”. Para o ator, atuar sob a direção de Wagner de Assis é um privilégio. Ele também celebra a oportunidade de dividir o mesmo personagem com Fábio Assunção, a quem define como uma inspiração profissional. “O Wagner tem sido um verdadeiro mestre, estar sendo dirigido por ele é um privilégio enorme. Dividir o mesmo personagem com o Fábio, um ator que admiro e que é uma grande inspiração para mim, é uma honra”, destaca.

Antônio, você praticamente emendou a novela Reis com as filmagens de Nosso Lar 3, como está sendo essa experiência? Foi intenso, mas muito especial. Viver personagens tão diferentes em pouco tempo me trouxe um aprendizado enorme como ator. Acho importante manter o ritmo de trabalho e fico muito feliz em ter praticamente emendado dois projetos tão significativos na minha carreira.

Nosso Lar tem um peso espiritual muito grande, além de ser uma sequência de outros dois filmes de sucesso. Como você se preparou para viver Domênico, você tem uma conexão espiritual? O Domênico é um personagem que passa por muitas transformações, e isso exigiu de mim um mergulho emocional profundo. Precisei entender as dores do personagem e como cada situação o molda ao longo da trama. Não foi só uma preparação técnica, mas também pessoal, porque mexe muito com a gente reviver sentimentos tão intensos. Em relação a espiritualidade, sempre tive muita fé. Acredito em Deus e no poder da espiritualidade em nossas vidas.

Como você vê a responsabilidade de dividir um personagem com o Fabio Assunção? É uma honra enorme. O Fabio é um ator que admiro muito e que tem uma trajetória incrível. Poder viver o mesmo personagem em fases diferentes é uma responsabilidade, mas também uma experiência incrível.

Além do filme, tem algum outro projeto para esse ano? Tenho feito muitos testes e conversado bastante sobre futuros projetos, mas ainda não posso revelar muita coisa. Além disso, tem o lançamento do filme “Perseguição e Cerco a Juvêncio Gutierrez” dirigido pelo Tabajara Ruas, que deve sair em breve. Estou muito animado para que todos vejam o filme.

Como é sua rotina, pratica algum esporte? É vaidoso? Quando estou com projetos, coloco meu foco neles, no estudo de personagens, na construção e nas gravações. Em relação aos esportes, faço academia, jogo futebol e jogo golfe quando consigo. Sobre vaidade, eu não diria que sou vaidoso, mas que cuido da minha saúde, da forma como me visto… Acredito que a imagem comunica muito, então prezo sempre por isso.

Como a moda reflete no seu dia a dia? Você segue tendências? A moda pra mim é uma forma de expressão, uma extensão de quem eu sou. Acompanho sim as tendências e me inspiro nelas quando se encaixam no meu estilo. Acredito que a moda só faz sentido quando tem identidade.

Fotos Fernanda Candido

Styling Samantha Szczerb 

Assessoria First Press Comunicação

Agradecimentos Amil confecções e Raffer