Filha de uma mãe paraibana e um pai alemão, Erika Schneider, 30 anos, faz o maior sucesso como digital influencer e modelo. Aos 15 anos, Erika decidiu sair da casa dos pais e foi morar na Alemanha para estudar alemão. Apesar de ser adolescente, ela já era muito determinada. Saindo do interior de São Paulo, Erika foi morar em Stuttgart e depois em Munique na Alemanha. “Sou filha de um alemão com uma nordestina e vivo entre os dois mundos, como representante de ambas as culturas. Minha vida sempre teve a ver com a diversidade, com a pluralidade. Aos 15 anos fui morar na Alemanha, para aprender o idioma, mas decidi ficar no Brasil por amor a este país. Quando retornou ao Brasil, cursou Gestão empresarial e Recursos Humanos, mas acabou seguindo a vida artística. Erika fez parte do balé do Domingão do Faustão por quase 8 anos. A loira faz sucesso também nas redes sociais. No Instagram, ela tem mais de 800 mil seguidores, que também interagem muito com a loira.

Erika, pelo jeito essa mistura de nordeste do Brasil com Alemanha deu super certo né?! Como mantém suas raízes? Não perdendo a sua essência. Saber de onde você veio. Eu tenho muito orgulho da minha história, da minha família, dos meus pais. 

Muito novinha você resolveu morar na Alemanha. O que buscava e o que ficou de bom da experiência? Eu fui para aprender a língua. Quando você vai viver realmente em outro país, que você aprende. Exatamente tudo. Minha mãe diz que eu fui uma menininha e voltei uma mulher, muito mais experiente, aprendendo a lidar com culturas diferentes. Foi muito enriquecedor na minha vida. 

O que destacaria de mais positivo da Alemanha e das suas raízes no Nordeste? Saber lidar com as diferenças. Acho que isso é o mais importante. Eu sou completamente livre de preconceitos. Até porque minha mãe tem uma origem humilde. Ela trabalhava na casa do meu pai, era doméstica. Meu pai se apaixonou por ela. Depois, voltou para Alemanha para terminar os estudos dele e casou com minha mãe. Eu tenho muito orgulho da minha história, da história dos meus pais.

Como a dança entrou na sua vida? O que ela te inspira? Dança sempre foi um hobby. Nunca imaginei trabalhar com isso em minha vida. Como eu era modelo há muitos anos, surgiu uma oportunidade de fazer um teste para fazer um teste para o Balé do Faustão e passei. Depois, tive que fazer várias aulas até estrear no Domingão. 

Você terminou indo parar no balé do Faustão onde está há 8 anos né isso? Como chegou até ele e o que tem aprendido? Foi um convite para fazer um teste. Fui sem pretensão nenhuma e não imaginei que fosse passar. Pensei é só mais um teste entre outros que fiz na minha vida. Aí deu certo. Eu sempre gostei muito de dançar, mas nunca imaginei trabalhar com a dança. 

Falando no “Domingão”, como é conviver com tanta mulher bonita? Rola uma disputa discreta ou existe parceria entre vocês? Todo mundo sempre me pergunta isso. É muito tranquilo. Eu nunca tive problema com nenhuma das meninas, muito pelo contrário, a gente sempre teve muita parceria. Claro, que tem as pessoas que você se aproxima mais e as que se aproxima menos como todo trabalho. 

Hoje em dia você bomba nas redes sociais. O que traz esse sucesso? Como administra isso? Eu comecei mostrando minha rotina, meu dia a dia e comecei a crescer no Instagram. Para mim, isso é ótimo.  Eu adoro quando vou nos lugares e as pessoas me reconhecem, sabem quem eu sou. Eu fico muito feliz. 

Você tem um corpo escultural, mudaria algo? Como faz pra manter? Eu treino, não faço dieta, mas evito açúcar. Em época de fotos, eu dou uma segurada no carboidrato. Eu como de tudo. E um equilíbrio na verdade. Não faria nenhuma cirurgia plástica. O que eu faço é evitar alguns alimentos e treinar. Me sinto bem quando treino, pratico algum exercício físico, libera endorfina e isso para mim faz muito bem. 

A exposição da TV termina atraindo olhares. Na hora da paquera, o quanto a imagem é importante para você? O que te atrai? Não tem importância nenhuma. Sei que acaba atraindo olhares para mim. Mas eu não me apego a isso. Eu não ligo. O que me chama atenção em uma pessoa é o jeito dela, se é simpática, se é humilde, se é gente boa. Essas qualidades que chamam a minha atenção. 

Como é seu nível de vaidade? Como lida com o espelho? Eu sou vaidosa. Mas procuro sempre estar sempre estar na minha melhor versão. Procurando o meu melhor e não me comparando com outras pessoas, pois cada um tem sua beleza, estilo e o seu biotipo.

Quando é possível sair de casa, onde é mais fácil te encontrar, barzinho à noite, na praia com os amigos ou passeios mais culturais? Eu não sou muito de sair, na verdade. Ainda mais agora na pandemia. Eu tenho trabalhado bastante, graças a Deus. O que eu tenho feito são viagens com minhas amigas, pouca gente. Gosto muito de ir para praia. Eu acabei de voltar de viagem com minhas amigas. A gente passou o Dia dos Namorados viajando e foi bem legal. 

Na paquera o que te seduz e que “armas” usa? Não tenho muito isso de jogo de sedução. A pessoa tem que ser ela mesma. Mas eu ligo sim, quando eu conheço a pessoa eu olho para o sorriso. Ai conversando com a pessoa, eu vejo o jeito dela, se é legal, simpática, porque precisa isso, ela ser gente boa com outras pessoas. Ter bom humor. Não tenho armas de sedução. Eu procuro ser eu mesma. 

Para conquistar Erika basta… Para me conquistar… ai não sei… não posso falar… segredo.

Para 2021 quais os planos? Consegue traçar algo? Eu quero continuar trabalhando bastante. Tenho metas em relação ao meu trabalho. Quero continuar com minha marca. E também estou aberta a novas oportunidades. 

FOTOS DORIVAL ZUCATTO / PRODUÇÃO RAFAEL BALIZA