Nascido em Toronto, Canadá em 28 de fevereiro de 1929 e naturalizado americano, este arquiteto de 81 anos ainda tem muito que mostrar ao mundo das suas invenções fantásticas consagradas a partir do Museu Guggenheim às margens do rio Nervión, em Bilbao, na Espanha. Foi esta obra que mostrou para o mundo (e também causou inveja no mundo) todo o poder do inusitado que Frank costuma imprimir em seus projetos.
A partir do que fez na cidade Catalã em 1997, Frank passou a ser requisitado por vários outros lugares do mundo que queriam sentir e ter também o “efeito Bilbao”, causado pelo museu.
E pensar que tudo começou em uma tentativa frustrada de produzir água em laboratório aos 14 anos, gerar uma explosão e ficar cheio de cacos de vidro no corpo. Desastres à parte, o gênio inventivo soube canalizar o seu dom criativo para a arquitetura e é, e será sempre uma referência para designers, arquitetos e amantes das artes.
Frank é adepto da pluralidade, para ele cidades planejadas, como a Brasília de Niemeyer e Lúcio Costa ou a Chandigarh de Le Corbusier são de certa maneira esmagadoras e apesar das boas intenções e de toda a questão filosófica de seus projetistas, elas não funcionaram como deveriam simplesmente porque certas idéias não cabem a grandes cidades, mas ainda assim acredita na necessidade de um bom planejamento urbano, inclusive contrário ao que acontece no caos americano.
Nascido em Toronto, Canadá em 28 de fevereiro de 1929 e naturalizado americano, este arquiteto de 81 anos ainda tem muito que mostrar ao mundo das suas invenções fantásticas consagradas a partir do Museu Guggenheim às margens do rio Nervión, em Bilbao, na Espanha. Foi esta obra que mostrou para o mundo (e também causou inveja no mundo) todo o poder do inusitado que Frank costuma imprimir em seus projetos.
Como um homem atual e imerso nas questões ambientais, Frank é extremamente crítico ao uso das questões ecológicas para fins de marketing apenas e toma como exemplo o abuso ao uso dos certificados Leeds (Leadership in Energy and Environmental Design, selo de construção segundo normas ambientais) para fins comerciais nos EUA e mostra que ações de fato valem mais que certificados. Um exemplo disso é um edifício em Nova York de 76 andares, a Torre Beekman, com redução de 50% no uso de cimento, o que representa 50% a menos de emissões de carbono sem desperdício ou devolução de material, além de redução também no tempo da obra e consequentemente no seu valor.








