
A Galeria Maurício Redig reuniu, na noite desta quarta-feira, 29 de julho, um seleto público de galeristas, artistas, empresários e arquitetos para a inauguração da exposição “Acervo em Diálogo”, que marcou a apresentação oficial da nova identidade da galeria no cenário cultural pernambucano.

Com curadoria de Beth da Matta, a mostra apresenta obras produzidas entre as décadas de 1940 e 2020, promovendo diálogos entre diferentes gerações e linguagens da arte brasileira. Lula Cardoso Ayres, Reynaldo Fonseca, Guita Charifker, Lucia Helena, Francisco Brennand, Farnese de Andrade e Wellington Virgolino compõem a seleção, evidenciando a força de uma produção que ajudou a colocar Pernambuco no mapa da arte nacional.
À frente do projeto está Maurício Redig, marchand e gestor cultural que há mais de 15 anos se dedica à preservação, pesquisa e difusão da obra de Reynaldo Fonseca, seu tio-avô. Reconhecido por uma atuação pautada pelo compromisso com a memória artística e pela formação de importantes coleções, Redig deu, na noite de quarta, um passo decisivo na ampliação desse trabalho: a criação de um espaço que passa a reunir artistas históricos e contemporâneos sob uma mesma proposta curatorial.
A galeria nasce da ampliação de um trabalho que Maurício Redig desenvolve há mais de 15 anos. Reconhecido pela preservação, pesquisa e difusão da obra de Reynaldo Fonseca, seu tio-avô, o marchand e gestor cultural consolidou uma atuação pautada pelo compromisso com a memória artística e pela formação de importantes coleções. Com o novo projeto, essa trajetória se expande para reunir artistas históricos e atuais, fortalecendo o mercado, incentivando o colecionismo e construindo conexões entre legado e contemporaneidade.


A exposição fica em cartaz até 27 de agosto de 2026.


